quarta-feira, 18 de agosto de 2010

A BATINA DE NOVO???

A IGREJA PERDEU MAIS UMA CHANCE DE FICAR CALADA. ALÉM DE PODER OFICIALIZAR A SACANAGEM EXISTENTE DENTRO DELA, PODERIAM USAR A LEI E CASAR OS PADRES HOMOSSEXUAIS ENTRE SÍ. JÁ QUE NÃO PODEM CASAR COM MULHERES,QUEM SABE SE ASSIM NÃO ELIMINARIAM OS PADRES PEDÓFILOS TAMBEM. A ROUPA SUJA, OU MELHOR DIZENDO, A BATINA SUJA .FICARIA DENTRO DA PRÓPRIA IGREJA. ATÉ A DISNEYLÂNDIA ESTÁ PROIBINDO A ENTRADA DE PADRES POS TEM MUITA CRIAN ÇA QUE FREQJENTA O LOCAL.

Agencia EFE - 18/08/2010 16h40 - Atualizado em 18/08/2010 17h47

Prefeito mexicano processa cardeal por polêmica sobre casamento gay
Cardeal acusou prefeito de subornar magistrados para validar uniões gays.
Ação se estende a porta-voz que comparou aprovação de lei ao narcotráfico.
Casais gays méxicoManifestantes durante comemoração da aprovação
da lei na Suprema Corte mexicana (Foto: AP)
O prefeito da capital mexicana, Marcelo Ebrard, apresentou nesta quarta-feira (18) um processo por danos morais contra o cardeal Juan Sandoval Íñiguez, que o acusou de subornar magistrados da Suprema Corte para validar casamentos entre pessoas do mesmo sexo.
O processo, apresentado no Tribunal Superior de Justiça do Distrito Federal, pede, além disso, a reparação do dano causado pelas declarações de Sandoval e solicita uma multa para o cardeal.
A ação legal se estende ao porta-voz da Arquidiocese Primada do México, Hugo Valdemar, que esta semana disse que as leis aprovadas no Distrito Federal causavam mais dano "que o narcotráfico".
Desta forma, Ebrard cumpriu sua ameaça de processar os hierarcas, em particular Sandoval, se ele não se desculpasse de acusá-lo de subornar juízes para que aprovasse a constitucionalidade dos casamentos homossexuais, assim como a adoção de crianças por casais do mesmo sexo, aprovada esta semana.
Em mensagem à imprensa após formalizar o processo, Ebrard disse que o apresentou "não só como defesa da minha honra e do meu prestígio, mas também como defesa do princípio histórico mexicano de separação entre a Igreja e o governo".
A constitucionalidade dos casamentos homossexuais no México foi aprovada em 5 de agosto e, no dia 12 do mesmo mês, foi determinado que todos os estados deviam reconhecer os matrimônios.

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